terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Corinthians terá festa em trio elétrico após desembarque

 17 de dezembro de 2012 | 18h 43


O elenco que conquistou o bicampeonato mundial se junta á sua torcida ao meio-dia, na Avenida
Tiradentes. Antes disso, a delegação visita o prefeito de São Paulo, Gilberto Kasaab.
A diretoria do Corinthians divulgou em seu oficial a programação da comemoração pela conquista do bicampeonato mundial. Embora o desembarque da viagam do Japão esteja previsto para o início da manhã, às 7h, o desfile oficial começará apenas ao meio-dia. Um trio elétrico com a presença do cantor Thiaguinho vai partir da Avenida Tiradentes, região central da cidade, nas proximidades do Batalhão Tobias Aguiar. Em seguida, os heróis da conquista inédita seguem em direção à Avenida Santos Dummont. Depois de passar pela praça Heróis da FEB, na zona norte, a delegação ganha a Avenida Cruzeiro do Sul e daí parte para o acesso à Marginal na via local em direção ao Centro de Treinamentos, localizado na Rodovia Ayrton Senna.
Torcida já fez a festa no Japão e está louca para receber os campeões mundiais em São Paulo
Festa Corintiana após o Tìtulo

A delegação seguirá em ônibus fechado para a Prefeitura de São Paulo, onde receberá os cumprimentos do Prefeito da cidade, Gilberto Kassab.
O trajeto é semelhante àquele realizado pela seleção brasileira feminina de vôlei, no mês de agosto, depois da conquista da medalha de ouro nos Jogos de Londres. A diferença é que as meninas se dirigiram para a região central de São Paulo.
Esse não foi o caminho ideal programado pela diretoria corintiana. A primeira opção era promover uma carreata, com um trio elétrico, desde o desembarque no Aeroporto de Guarulhos, até o Palácio de Convenções do Anhembi. O projeto, no entanto, foi descartado pela Polícia Militar e pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que temiam congestimentos e tumultos no percurso de cerca de 18 quilômetros. "Inicialmente, nós iríamos até a Ponte da Vila Maria em um carro dos Bombeiros e de lá partiríamos para o Anhembi, mas me passaram que ele não teria sido liberado", afirmou o presidente do Corinthians, Mário Gobbi, durante a escala que a equipe fez em Frankfurt, na manhã desta zegunda.
Os torcedores também não terão contato com os jogadores no aeroporto. Desta terça, equipe não fará o desembarque pelo saguão do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, como de costume. Os trâmites alfandegários e o despacho de bagagens serão feitos pela Base Aérea de Cumbica, distante do aeroporto. Os jogadores devem descansar até o início da festa em algum lugar ainda não revelado. "Nossa ideia é que isso afaste a grande massa do aeroporto porque no embarque tivemos gente com rojões e extintores de incêndio nas dependências internas. Imagina agora?", alertou o gerente de comunicação do Aeroporto de Guarulhos, Nicolau Maranini.
A operação foi planejada em conjunto com outros órgãos responsáveis pela segurança do aeroporto, como as polícias Militar, Rodoviária e Federal, além da Receita Federal e da prefeitura de Guarulhos, por meio de sua Guarda Municipal. O efetivo da Polícia Militar também será reforçado em pelo menos 750 homens para evitar transtornos e garantir o funcionamento normal das atividades no local. Foi desenvolvido também um plano para que os demais passageiros não tenham nenhum tipo de aborrecimento na chegada a Cumbica. As principais vias de acesso serão monitoradas pela Polícia Rodoviária e terão reforço para evitar congestionamentos.
 


Fonte: O Estado

Consultoria da Copa-2014 obteve enriquecimento ilícito com verba do Esporte, diz TCU



O Ministério do Esporte fez pagamentos indevidos para a consultoria Consórcio Copa-2014, segundo decisão do TCU (Tribunal de Contas da União). Isso levou o tribunal a determinar que houve "enriquecimento ilícito" por parte das empresas integrantes do grupo e a indicar que deve requisitar pedido de devolução de dinheiro. O contrato também não poderá ser renovado.
A pasta pagará um total de R$ 48 milhões por quatro anos de consultoria relacionado ao Mundial. Isso graças a um reajuste de 82% no preço inicial, que era de R$ 13 milhões, mais uma renovação por dois anos. Essa prorrogação e o inchaço dos valores do contrato também foram condenados pelo tribunal.
Datado de 10 de dezembro deste ano, o acórdão do TCU lista uma série de irregularidades nos serviços prestados pelo Consórcio Copa-2014, composto pelas empresas Valeu Partners, Arcadis Logos e Galo PPM. Isso mesmo depois de o próprio tribunal ter pedido, há um ano, providências ao Ministério do Esporte em relação à fiscalização desse acordo.
Agora, o TCU identificou como pagamentos indevidos da pasta às empresas custos relacionadas a despesas de viagens dos funcionários do Consórcio, como passagens e diárias. Além disso, o organismo afirmou que profissionais foram contratados como pessoa jurídica, mas a consultoria cobrou do governo como se houvesse taxas e impostos da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).

Fonte: Do UOL, em São Paulo


Buemba! Timão! Venceu o carnê da CVC



José Simão conversa com Rodrigo Flores no Monkey News desta segunda-feira (17) sobre a vitória do Corinthians no Mundial! Mas o que está vencendo mesmo são as parcelas do pacote de viagem para o Japão! Rarará! Os corintianos, finalmente, conquistaram a Libertadores e o Mundial! Agora só falta a casa própria e o Ensino Fundamental! Rarará! Leia a íntegra do programaAcompanhe o Monkey News pelo Twitter: @MonkeyNewsUOL . E acompanhe também José Simão: @jose_simao

Veja o vídeo clicando no link:
http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?&tagIds=16304&time=all&orderBy=mais-recentes&edFilter=editorial&video=buemba-timao-venceu-o-carne-da-cvc-04024E1A366EC8914326

fonte: uol notícias

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Entenda por quê o Corinthians é Bicampeão Mundial

17/12 ás 06:28hs

Copa do Mundo de Clubes 2000

O Campeonato Mundial de Clubes da Fifa disputado no Brasil foi o primeiro acontecimento futebolistico internacional do novo milênio. Esta valente e nova iniciativa para juntar uma comunidade de clubes mais globalizada contou com a incrivel
coleção dos melhores talentos do planeta.
Campeão



Campeão
      
Melhor jogador do Mundial

O atacante Edilson, do Corinthians,
foi o ganhador da "Bola de Ouro Adidas".
Seus dois gols e assistencia que deu ,
mostraram as enormes e variadas qualidades
deste fantástico futebolista.


Ficha Técnica


PRIMEIRA PARTIDA

05/Janeiro/2000
Local: estádio do Morumbi, em São Paulo
Árbitro: Stefano Braschi (ITA)
Cartões amarelos: Hrindou, Chadili e Misbah.
Gols: Luizão, aos 5min e Fábio Luciano, aos 20min do segundo tempo     CORINTHIANS 2 x 0 RAJA CASABLANCA
CORINTHIANS: Dida, Índio, João Carlos, Fábio Luciano, Kléber, Vampeta (Edu, aos 40min do segundo tempo), Rincón, Marcelinho Carioca (Marcos Senna, aos 19min do segundo tempo), Ricardinho, Edilson, Luizão (Dinei, aos 35min do segundo tempo). Técnico: Oswaldo de Oliveira
RAJA CASABLANCA: Chadili, Misbah, Talal, Jrindou, El Haimeur, Nejjary, Safri, Reda, Aboub, Moustaoudia e Khoubbache (Achami, aos 15min do segundo tempo). Técnico: Fathi Jamal


SEGUNDA PARTIDA


07/Janeiro/2000
Local: estádio do Morumbi, em São Paulo
Árbitro: William Mattus Vega (COS)
Cartões amarelos: Fábio Luciano, Kléber, Michel Salgado, Guti, Karembeu e Roberto Carlos
Gols: Anelka, aos 19min, Edilson, aos 28min do primeiro tempo; Edilson aos 18min e Anelka aos 25min do segundo tempo.    
CORINTHIANS 2 x 2 REAL MADRID
CORINTHIANS:  Dida; Índio, João Carlos, Fábio Luciano e Kléber; Vampeta (Edu, 29min do segundo tempo), Freddy Rincón, Ricardinho (Marcos Senna, aos 40min do segundo tempo) e Marcelinho Carioca, Luizão e Edilson. Técnico: Oswaldo de Oliveira.
REAL MADRID: Iker Casillas; Michel Salgado, Fernando Hierro, José Guti (Fernando Morientes, aos 24min do segundo tempo) e Roberto Carlos; Fernando Redondo, Christian Karembeu e Geremi (Steve McManaman, aos 24min do segundo tempo); Anelka, Raúl e Sávio. Técnico: Vicente del Bosque


TERCEIRA PARTIDA


10/Janeiro/2000
Local: estádio do Morumbi, em São Paulo
Árbitro: Dick Jol (HOL)
Cartões amarelos: Marcelinho, Adílson, Luizão, Harthi e Al Shokia
Cartão vermelho: Daniel
Gol: Ricardinho, aos 25min do primeiro tempo, Freddy Rincón, aos 37min do segundo tempo     CORINTHIANS 2 x 0 AL NASSR
CORINTHIANS: Dida; Daniel, João Carlos (Adílson, aos 10min do primeiro tempo), Fabio Luciano e Kléber; Vampeta (Dinei, aos 20min do segundo tempo), Freddy Rincón, Ricardinho (Edu, aos 28min do primeiro tempo) e Marcelinho Carioca; Edilson e Luizão Técnico: Oswaldo de Oliveira.
ALL NASSR: Mohammed Babkr; Mohsin Al Harthi, Hadi Sharify, Ibrahim Al Shokia e Abdallah Al Karni; Mansour Al Mousa, Mousa Saib (Fahad Mehalel, aos 29min do segundo tempo), Fahad Al Husseini (Abdulaziz Al Janoubi, aos 41min do primeiro tempo) e Ahmed Bahji; Fuad Al Amin e Muhaisen Al Dosari (Ismael Triki, aos 43min do segundo tempo). Técnico: Oscar-Luis Fullone


FINAL


14/Janeiro/2000
Local: estádio do Maracanã no Rio de Janeiro
Árbitro: Dick Jol (HOL)
Cartões amarelos: Freddy Rincón, Adílson, Índio, Luizão, Felipe, Amaral, Paulo Miranda e Edmundo
Penalidades:
Corinthians: Freddy Rincón, Fernando Baiano, Luizão e Edu; Marcelinho Carioca desperdiçou.
Vasco: Romário, Alex Oliveira e Viola; Gilberto e Edmundo desperdiçaram.     CORINTHIANS 0 (4) x (3) 0 VASCO DA GAMA
CORINTHIANS: Dida; Indio, Adilson, Fabio Luciano e Kleber; Vampeta (Gilmar, antes do inicio da prorrogação), Freddy Rincón, Ricardinho (Edu, no intervalo) e Marcelinho Carioca; Edilson (Fernando Baiano, aos 8min do 2° tempo da prorrogação) e Luizão Técnico: Oswaldo de Oliveira
VASCO DA GAMA: Helton; Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Amaral, Felipe (Alex Oliveira, aos 12min do 1° tempo da prorrogação), Ramon (Donizete, aos 7min do 2º tempo da prorrogação) e Juninho (Viola, aos 6min da prorrogação); Romário e Edmundo Técnico: Antônio Lopes


















  

Voo de volta encurta celebração no hotel, e Corinthians agenda festa para o retorno ao Brasil

16/12/2012 - 20h45


Voo de volta encurta celebração no hotel, e Corinthians agenda festa para o retorno ao Brasil

O elenco do Corinthians deixou o hotel Bay Sheraton nesta segunda-feira de manhã no Japão (noite de domingo em Brasília) com tranquilidade e com poucos torcedores presentes. Campeão do Mundial de Clubes após triunfo sobre o Chelsea, 1 a 0, domingo, em Yokohama, os atletas tiveram muito pouco tempo para celebrar. Um andar do hotel foi reservado para o festejo.
O evento começou por volta da 1h com a presença apenas de atletas e membros da delegação alvinegra. Mas às 6h o elenco já estava se preparando para deixar o Japão. A festa foi curta devido à necessidade de se chegar cedo e inteiro para o voo de volta ao Brasil (marcado para as 10h da manhã local, 23h de domingo no horário de Brasília).
Portanto, Tite havia combinado com o elenco já antes da final de que a comemoração do título seria guardada para o retorno ao país.
“Fui dormir por volta de 4h30, 5h. Fiquei repassando o jogo. Acho que agora eu  vou conseguir curtir”, disse o técnico Tite ao Sportv. “Vai Corinthians“, completou o treinador que levou a equipe ao título mundial.
Alguns fãs que compareceram ao saguão na saída do elenco do hotel conseguiram autógrafos.
O pouco movimento de torcedores se deu principalmente por ser um dia de trabalho (7h da manhã no horário local), devido à ressaca pós título e também em razão de a maioria dos fãs estar em Tóquio, que fica a 30min de trem bala de Yokohama. Na chegada do elenco ao hotel após o jogo, o clima também foi de absoluta tranquilidade, sem necessidade de esquema especial de segurança.
Os jogadores estão automaticamente de férias após a conquista. Alguns atletas estudam ir para outros países e chegar ao Brasil em outras datas. Paulo André, por exemplo, planeja visitar os Estados Unidos.




Curto espaço de tempo até o voo fez Tite acertar o adiamento da festa com o elenco  
Técnico Tite, comemorando o Título
 

EMERSON DÁ RECADO SEM CITAR O NOME DE LÉO APÓS TÍTULO: 'BABACA'


Poucos depois da viagem ao Japão para a disputa do Mundial, Sheik se envolveu em um bate boca com o lateral Leo, do Santos. O jogador do time do litoral deu uma entrevista à rádio estadão/ESPN ironizando a festa que os torcedores corintianos fizeram no aeroporto de Guarulhos para se despedir do time.

Fonte: Bruno Thadeu Do UOL, em Yokohama (Japão)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

São Paulo x Tigres

Durante o depoimento à polícia na madrugada desta quinta-feira (13), os jogadores argentinos do Tigre recuaram e não registraram na ocorrência a suposta ameça com armas de fogo que teriam sofrido dentro do vestiário do Estádio do Morumbi na noite desta quarta-feira (12). A final da Copa Sul-Americana entre o Tigre e o São Paulo foi interrompida após uma briga entre os jogadores argentinos e os atletas e seguranças do São Paulo. O clube paulista vencia a partida por 2 a 0 quando o time do Tigre se recusou a voltar e jogar o segundo tempo. Eles alegavam que foram agredidos e ameaçados pelos seguranças do tricolor paulistano. O São Paulo foi declarado vencedor do torneio.
De acordo com a delegada Margarete Barreto, titular do Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), os jogadores do Tigre afirmaram em depoimento após a confusão, que interrompeu a partida contra o São Paulo pela Copa Sul-Americana, que foram agredidos pelos seguranças do Tricolor, mas não explicaram como começou o incidente. Logo após o tumulto, integrantes da comitiva argentina declararam à imprensa que os jogadores não disputariam o segundo tempo pois haviam sido ameaçados com armas de fogo pelos são-paulinos.
"Aquilo é uma farsa e todos nós sabemos disso", disse com exclusividade ao UOL Esporte nesta quinta-feira Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo. "Começou no campo, a vista de 67 mil torcedores que estavam lá. Eles não são malucos de reafirmarem isso. Não existe isso de armamento. Todos assistiram o que aconteceu. Não tem o que eles alegarem. Tem que achar outra desculpa, pois essa não deu certo", declarou o dirigente.

A simulação comprovada de Roberto Rojas, o goleiro chileno que fingiu ter sido atingido por um rojão no duelo Brasil x Chile, no Maracanã, em 1999, foi lembrado pelo São Paulo ao julgar os relatos do jogadores do Tigre sobre a violência sofrida no Morumbi. O caso com Rojas teve o mesmo desfecho da final da Sul-Americana, com o duelo sendo interrompido antes do fim.

"Eu acho que o que aconteceu foi algo parecido com um caso que não sei se vocês se lembram, do Rojas, que simulou ter sido atingido por um rojão. É a mesma cena", disse o assessor da presidência do São Paulo, José Francisco Mansur

O advogado do clube, Gustavo Francês, disse que "eles não seriam malucos de levar essa versão adiante. Não tem o menor cabimento".  “Vamos investigar o que de fato aconteceu. Foi registrado um Boletim de Ocorrência por lesão corporal e dano ao patrimônio das duas partes. Vamos averiguar quem são os responsáveis pela confusão”, afirma a delegada responsável pelo caso.

Segundo a polícia, dos cinco jogadores do Tigre que compareceram à delegacia para prestar queixa, apenas dois foram ouvidos. Os argentinos pediram autorização para ir embora, senão perderiam o voo que os levaria para casa na manhã desta quinta-feira, e foram dispensados.
Corpo de delito

Todos os seguranças do São Paulo que participaram da confusão estiveram na delegacia e prestaram depoimento. A polícia explicou que tanto os seguranças quanto os jogadores apresentam escoriações diversas pelo corpo. Todos devem fazer o exame de corpo de delito.

Como os argentinos iriam embora do Brasil nesta quinta, a delegada explicou que eles poderão enviar fotos e laudos de exames feitos na Argentina para o prosseguimento das investigações.

Segundo um dos seguranças que conversou com o UOL Esporte na saída do depoimento e pediu para não ser identificado, ninguém portava arma de fogo na confusão. A polícia disse ainda que vai ouvir ao longo da semana os PMs que apartaram o tumulto e requisitar com a perícia possíveis imagens do circuito interno de segurança do estádio do Morumbi que possam ajudar a esclarecer o que de fato aconteceu.

MAIS SOBRE AS POLÊMICAS NA FINAL

A grande contradição entre as versões é a presença de armas de fogo. Chamada para apartar a briga, a Polícia Militar disse não ter verificado o porte, que seria configurado como crime.

"Nós fomos chamados para separar uma briga generalizada entre comissão técnica e jogadores do Tigre e seguranças do São Paulo Futebol Clube. Não houve constatação de ninguém armado de ambas as partes. Se tivesse sido constatado, com certeza essa pessoa teria sido presa. Não sei de onde eles tiraram essa informação", disse o Major Gonzaga, que chefiou a operação, ao Fox Sports.

“O São Paulo veio, apresentou os seguranças, e vamos fazer o exame de corpo delito. Queremos que essa situação seja esclarecida. O São Paulo não tem nada a dever”, afirmou o advogado do clube, Gustavo Francez. 

Os argentinos chegaram a delegacia por volta das 2h30 e deixaram o local perto das 5h, Já os seguranças do São Paulo e os advogados do clube saíram cerca de uma hora depois. O último a deixar a delegacia foi o Cônsul da Argentina em São Paulo, Agostin Molina, sem dar declarações.

No site do jornal argentino Olé, a cobertura foi tendenciosa para variar. Acusaram os jogadores brasileiros de ofenderem o povo argentino, mas não mencionaram a violência do jogadores do Tigre. Eis abaixo alguns depoimentos dos argentinos, com conteúdo racista inclusive:

QUE COGIDA SE VAN A COMER ESTOS BRASILEROS CUANDO VUELVAN A LA ARGENTINA, BOCA EL AÑO QUE VIENE ESTA EN LA LIBERTADORES, ASIQUE LOS ESPERAMOS EN LA BOMBONERA, VAN A PASAR EL PEOR DIA DE SU VIDA BRASILEROS DEL ORTO.

ACA SIEMPRE SE LOS RECIBIO BIEN, LA PROXIMA VUELTA A LA ARGENTINA QUE TENGAN SE LES PUDRE TODO...
 
Axel Fernandez · Comentarista destacado · Trabaja en Katorga-12
no soy bostero ...pero ojala que se cruce con boca ..y les rompan bien el orto ..por negros sucios ..los vamos a recibir de la peor manera posible !!
 
Bruma Munro · Munro
Axel Fernandez

Sabelo que si...
Es obvio que en la libertadores del año que viene boca se va a cruzar con algun equipo brasileño, van a sentir el rigor como NUNCA.

Ojala Velez, Tigre, Arsenal y Newells hagan lo mismo, ellos tambien se pueden cruzar con un equipo brasilero en la copa, la van a pagar cara estos brazukas de mierda...
 
Alejandro Autócrata De Todas Las Rusias · Comentarista destacado · Director de asesinatos de presidentes sudamericanos en CIA
Como le gusta armar puterio a Ole.... pero que efectividad

LA CONCHA DE TU MADRE ROGERIO CENI, YA VAS A VOLVER HIJO DE MIL PUTAS!!!!!!!!!
 
Daniel Martin Guerrero · Comentarista destacado · Empleado en Rosario Central
un hincha de rosario central se solidariza con tigre en este momento, la verdad que cuando anoche tarde llegue a mi casa estaba mirando la tele y no podia creer lo que estaba escuchando, es una verguenza QUE BRASIL TENGA QUE ORGANIZAR UN MUNDIAL YA FALTANDO CASI UN AÑO Y MEDIO PARA QUE ESTO COMIENCE, QUE DEBEMOS DECIR ENTONCES? NO PUEDEN ORGANIZAR UN OPERATIVO EN LOS CUALES LOS PROPIOS POLICIAS Y LA PROPIA SEGURIDAD DEL CLUB SIN MOTIVO ALGUNO GOLPEAN AL PLANTEL DE TIGRE, ASI QUIEREN HACER UN MUNDIAL? O TIENEN MIEDO QUE LA MAYORIA DE LOS EQUIPOS QUE ESTAN BIEN EN LAS ELIMINATORIAS LE DEN LA VUELTA COMO LO HIZO URUGUAY EN EL 50? YO CREO QUE LA FIFA DEBE TOMAR CARTAS EN EL ASUNTO Y YA MISMO BUSCAR OTRA SEDE, PORQUE ASI... LA COSA VA TERMINAR MAL, HINCHAS DE TIGRE ESTOY CON USTEDES, A NO DECAER, SALUDOS
 
Rodrigo Galbani · FADU (UBA)
Brasil siempre será un pais de macacos...feos y malolientes..

y no pueden hacer nada contra eso
 
 
 
 
 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Conflitos e tratados de paz, entenda um pouco esta história


A história da Antiga Israel abrange o período desde o século XX a.C. até à expulsão e Diáspora do povo judaico no século I, na área compreendida entre o Mar Mediterrâneo, o deserto do Sinai, as montanhas do Líbano e o deserto da Judeia. Concentra-se especialmente no estudo do povo judeu neste período, e de forma secundária dos outros povos que com ele conviveram, como os filisteus, fenícios, moabitas, idumeus, hititas, madianitas, amoritas e amonitas. As fontes sobre este período são principalmente a escrita clássica como a Bíblia hebraica ou Tanakh (conhecida pelos cristãos como Antigo Testamento), o Talmude, o livro etíope Kebra Nagast e escritos de Nicolau de Damasco, Artapano de Alexandria, Fílon e Josefo. Outra fonte principal de informação são os achados arqueológicos no Egito, Moab, Assíria ou Babilónia, e os vestígios e inscrições no próprio território.

A Terra de Israel, conhecida em hebraico como Eretz Israel, é sagrada para o povo judeu desde os tempos bíblicos. De acordo com a Torá, a Terra de Israel foi prometida aos três patriarcas do povo judeu, por Deus, como a sua pátria; estudiosos têm colocado este período no início do 2º milênio a.C.. A terra de Israel guarda um lugar especial nas obrigações religiosas judaicas, englobando os mais importantes locais do judaísmo (como os restos do Primeiro e Segundo Templos do povo judeu). A partir do século X a.C.uma série de reinos e estados judaicos estabeleceram um controle intermitente sobre a região que durou cerca de 150 anos, para o Reino de Israel, até à sua conquista pelos assírios em 721 a.C., e quatro séculos para o Reino de Judá, até à sua conquista por Nabucodonosor em 586 a.C. e destruição do Templo de Salomão pelos babilónios] Em 140 a.C. a revolta dos Macabeus levou ao estabelecimento do Reino Hasmoneu de Israel, cuja existência enquanto reino independente durou 77 anos, até à conquista de Jerusalém por Pompeu em 63 a.C, altura em que se tornou um reino tributário do Império Romano.

Sob o domínio assírio, babilônico, persa, grego, romano, bizantino e (brevemente) sassânido, a presença judaica na região diminuiu por causa de expulsões em massa. Em particular, o fracasso na revolta de Bar Kokhba contra o Império Romano em 132 resultou em uma expulsão dos judeus em larga escala. Durante este tempo os romanos deram o nome de Syria Palæstina à região geográfica, numa tentativa de apagar laços judaicos com a terra. No entanto, a presença judaica na Palestina manteve-se, com o deslocamento de judeus da Judeia para a cidade de Tiberíades, na Galileia.[40] No início do século XII ainda permaneciam cerca de 50 famílias judaicas na cidade.[41] A Mishná e o Talmud de Jerusalém, dois dos textos judaicos mais importantes, foram compostos na região durante esse período. A terra foi conquistada do Império Bizantino em 638 durante o período inicial das conquistas muçulmanas. O niqqud hebraico foi inventado em Tiberíades nessa época. A área foi dominada pelos omíadas, depois pelos abássidas, cruzados, os corésmios e mongóis, antes de se tornar parte do império dos mamelucos (1260-1516) e o Império Otomano em 1517.

Embora a presença judaica na Palestina tenha sido constante, os judeus que "sempre lá estiveram" reduziam-se à pequena comunidade rural de Peki'in, árabes em tudo excepto na religião. Durante os séculos XII e XIII, houve um pequeno, mas constante movimento de imigrantes judeus para a região, especialmente vindos do Norte de África. Após o Decreto de Alhambra em 1492, muitos judeus expulsos de Espanha partiram para a Terra Santa, embora se tenham fixado nas cidades onde viviam da caridade e do halukka enviado pelos seus pares na Diáspora. Após 1517, sob o domínio Otomano, a região tornou-se uma província esquecida do Império, declinando em população devido à extrema pobreza, impostos exorbitantes, doença e falta de segurança. A população era maioritariamente muçulmana, da qual dez por cento eram católicos. Em 1777, judeus europeus começaram a voltar à região, juntando-se à pequena comunidade sefardita local. Por volta de 1800, a população judaica rondaria os três milhares, vivendo sobretudo nas "Quatro Cidades Sagradas", Jerusalém, Hebron, Safed e Tiberíades. Despreparados para a rudeza da região, sem conseguir arranjar emprego e impedidos de possuir terras, os judeus europeus viviam na miséria, sobrevivendo, mais uma vez, do halukka.

Já na década de 1850, os judeus chegariam mesmo a constituir pelo menos a metade da população de Safed, Tiberíades e Jerusalém.
Sionismo e o Mandato Britânico

Algumas fontes afirmam que primeira grande onda de imigração moderna, conhecida como a primeira Aliyah (hebraico: עלייה), começou em 1881, quando os judeus fugiram dos pogroms na Europa Oriental. Outras, no entanto, apresentam dados que demonstram que os fluxos de imigração judaica provenientes da Europa entre os anos de 1880 a 1929 tinham como destino em sua maior parte, os países americanos e não a Palestina para onde se dirigiu um número minoritário de judeus até o início da Segunda Guerra Mundial.

Enquanto o movimento sionista já existia, em teoria, Theodor Herzl foi creditado como o fundador do sionismo político, um movimento que inspirado no nacionalismo alemão pretendia estabelecer um Estado judaico na terra de Israel, buscando uma solução estadista para a questão judaica. Em 1896, Herzl publicou Der Judenstaat ("O Estado Judeu"), que oferece a sua visão de um futuro Estado judeu. No ano seguinte, ele presidiu o primeiro Congresso Mundial Sionista.

A segunda Aliyah (1904-1914), começou após o pogrom de Kishinev. Cerca de 40 000 judeus se estabeleceram na Palestina. Tanto a primeira quanto a segunda onda de imigrantes foi principalmente de judeus ortodoxos, porém na Segunda Aliyah também vieram alguns socialistas pioneiros que criaram o movimento kibbutz. A 2 de novembro de 1917, durante a Primeira Guerra Mundial, o Ministro Britânico de Relações Exteriores, Arthur Balfour emitiu o que ficou conhecido como a Declaração de Balfour, que diz "O governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o Povo Judeu…". A pedido de Edwin Samuel Montagu e de Lord Curzon, uma linha foi inserida na declaração afirmando "que seja claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judaicas na Palestina, ou os direitos e estatuto político usufruídos pelos judeus em qualquer outro país"

A Legião Judaica, um grupo de batalhões compostos sobretudo de voluntários sionistas, havia assistido os britânicos na conquista da Palestina. A utilização do termo ambíguo "lar nacional" alarmou os árabes e, de forma a aplacá-los, em 7 de novembro de 1918 o Reino Unido assinou com a França a Declaração Anglo-Francesa, declarando como objectivo comum a ambos os países "a libertação final e completa dos povos que há muito vêm sendo oprimidos pelos turcos, e o estabelecimento de governos nacionais e administrações [na Síria, Iraque e Palestina] cuja autoridade deriva do livre exercício da iniciativa e escolha por parte das populações indígenas". No entanto, em 1919, num memorando governamental interno, Balfour declarou que não tinha intenção de consultar os habitantes da Palestina sobre as suas aspirações, contrariando assim a Declaração de 1918 e a Declaração de Balfour na sua promessa de não prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judaicas da Palestina.A oposição árabe a este plano levou aos distúrbios de 1920 na Palestina e à formação da organização judaica conhecida como Haganah ("a Defesa", em hebraico), da qual mais tarde se separaram os grupos Irgun e Lehi.

Em 1922, a Liga das Nações concedeu ao Reino Unido um mandato na Palestina em condições semelhantes à Declaração Balfour. A população da área neste momento era predominantemente muçulmana, enquanto na maior área urbana da região, Jerusalém, era maioritariamente judaica.  terceira (1919-1923) e a quarta Aliyah (1924-1929) trouxeram 100 000 judeus para a Palestina. A partir de 1921 os britânicos sujeitaram a imigração judaica a quotas e a maioria do território designado para o estado judaico foi alocado à Transjordânia.

A ascensão do nazismo na década de 1930 levou à quinta Aliyah, com um fluxo de 250 mil judeus. Este fluxo provocou a Revolta árabe de 1936-1939, e levou os britânicos a conter a imigração através do Livro Branco de 1939. Com países de todo o mundo recebendo refugiados judeus fugidos do Holocausto, um movimento clandestino conhecido como Aliyah Bet foi organizado para transportar judeus para a Palestina. Pelo final da Segunda Guerra Mundial, os judeus representavam 33% da população da Palestina, quando eram 11% em 1922.
Independência e primeiros anos

Após 1942, com a rejeição do Livro Branco de 1939 por parte dos líderes sionistas, o Reino Unido tornou-se cada vez mais envolvido num conflito violento com os judeus. Vários ataques armados foram levados a cabo pelos sionistas contra alvos britânicos, dos quais se destacam o assassinato do ministro de estado britânico Lord Moyne no Cairo em novembro de 1944 pelo Stern Gang, liderado por Yitzhak Shamir, e a explosão do Hotel King David pelo Irgun, liderado por Menachem Begin, em 1946. No início de 1947, o governo britânico, percebendo o encargo político e económico que estava a ser o conflito na Palestina, decidiu acabar com o Mandato, declarando que era incapaz de chegar a uma solução aceitável para ambos os lados, árabes e judeus.

A recém-criada Organização das Nações Unidas recomendou a aplicação do Plano de partição da Palestina, aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas através da Resolução 181, de 29 de novembro de 1947, propondo a divisão do país em dois Estados, um árabe e um judeu. Segundo esta proposta, a cidade de Jerusalém teria um estatuto de cidade internacional - um corpus separatum - administrada pelas Nações Unidas para evitar um possível conflito sobre o seu estatuto. A partição proposta pelo Comitê Especial das Nações Unidas para a Palestina (UNSCOP, pela sigla em inglês) concedia ao terço populacional judeu 56% do território, deixando aos dois terços árabes 44% da terra. A divisão demográfica dos dois putativos países significava que no estado árabe deveriam viver 818.000 palestinos, hospedando 10.000 judeus. No estado judeu, viveriam 438.000 palestinos entre 499.000 judeus. O novo Estado judaico detinha a grande maioria das terra férteis e, das 1.200 aldeias palestinas, aproximadamente 400 estavam incluídas em seu interior.

A Agência Judaica aceitou o plano, embora nunca tivesse afirmado que limitaria o futuro Estado judaico à área proposta pela Resolução 181. A 30 de novembro de 1947 a Alta Comissão Árabe rejeitou o plano, na esperança de que o assunto fosse revisto e uma proposta alternativa apresentada. Nesta altura, a Liga Árabe não considerava ainda uma intervenção armada na Palestina, à qual se opunha a Alta Comissão Árabe. No dia seguinte à rejeição do plano, o conflito armado estendeu-se a toda a Palestina. As organizações paramilitares sionistas, em especial o Haganah e os voluntários internacionais que se lhes juntaram, iniciaram o que David Ben Gurion chamou de "defesa agressiva", na qual qualquer ataque árabe seria respondido de forma decisiva, com destruição do lugar, expulsão dos seus moradores e captura da posição. Em março de 1948 foi colocado em prática o Plano Dalet, com o objectivo de capturar aldeias, bairros e cidades árabes. No mês seguinte, dois importantes acontecimentos geraram ondas de choque através da Palestina e de todo o mundo árabe: A morte de Abd al-Qader al-Husseini defendendo a aldeia árabe de Al-Qastal, e o massacre da aldeia de Deir Yassin, perpetrado pelo Irgun e pelo Stern Gang. Estes acontecimentos levaram os países árabes, reunidos na Liga Árabe, a considerar uma intervenção na Palestina com os seus exércitos regulares. A economia árabe-palestina desmoronou e 250 000 árabes-palestinos fugiram ou foram expulsos.

Em 14 de maio de 1948, um dia antes do fim do Mandato Britânico, a Agência Judaica proclamou a independência, nomeando o país de Israel. No dia seguinte, cinco países da Liga Árabe, Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Iraque, apoiados pela Arábia Saudita e pelo Iêmen, invadiram o território do antigo Mandato Britânico da Palestina, iniciando a Guerra árabe-israelense de 1948. Marrocos, Sudão, Iêmen e Arábia Saudita também enviaram tropas para ajudar os invasores. Após um ano de combates, um cessar-fogo foi declarado e uma fronteira temporária, conhecida como Linha Verde, foi estabelecida. Os territórios anexados da Jordânia tornaram-se conhecidos como Cisjordânia e Jerusalém Oriental, o Egito assumiu o controle da Faixa de Gaza. Israel foi admitido como membro das Nações Unidas em 11 de maio de 1949. Durante o conflito 711 000 árabes, de acordo com estimativas das Nações Unidas, ou cerca de 80% da população árabe anterior, fugiram do país.[76] O destino dos refugiados palestinos de hoje é um grande ponto de discórdia no conflito israelo-palestino. Em retaliação, os governos de diversos países árabes e muçulmanos iniciaram uma política de perseguição e expulsão de suas populações judaicas, que resultou no êxodo de cerca de 700 mil pessoas, a maioria absorvida por Israel, entre o final da década de 1940 e o início da década de 1970

Nos primeiros anos do Estado, o Sionismo trabalhista, movimento sionista liderado pelo então Primeiro-ministro David Ben-Gurion dominava a política israelita. Esses anos foram marcados pela imigração maciça dos sobreviventes do Holocausto e um influxo de judeus perseguidos em terras árabes. A população de Israel aumentou de 800 000 para dois milhões entre 1948 e 1958. A maioria dos refugiados que chegaram sem posses e foram alojados em campos temporários conhecidos como ma'abarot. Em 1952, mais de 200 000 imigrantes viviam nestas "cidades tenda". A necessidade de resolver a crise levou Ben-Gurion a assinar um acordo com a Alemanha Ocidental que desencadeou protestos em massa de judeus que eram contrários a ideia de Israel "fazer negócios" com a Alemanha. Durante a década de 1950, Israel foi atacado constantemente por militantes, principalmente a partir da Faixa de Gaza, que estava sob controle egípcio. Em 1956, Israel criou uma aliança secreta com o Reino Unido e a França destinada a recapturar o canal do Suez, que os egípcios tinham nacionalizado (ver Guerra do Suez). Apesar da captura da Península do Sinai, Israel foi forçado a recuar devido à pressão dos Estados Unidos e da União Soviética, em troca de garantias de direitos marítimos de Israel no Mar Vermelho e no Canal.

No início da década seguinte, Israel capturou Adolf Eichmann, um dos criadores da Solução Final escondido na Argentina, e o trouxe para julgamento O julgamento teve um impacto importante sobre a conscientização do público sobre o Holocausto,[88] Eichmann foi única pessoa executada por Israel, embora John Demjanjuk tivesse sido condenado a morrer antes de sua condenação ser anulada pela Suprema Corte de Israel.
Conflitos e tratados de paz

Ao longo dos anos os países árabes recusaram-se a manter relações diplomáticas com Israel não reconhecendo a existência do Estado judeu e, além disso, árabes nacionalistas liderados por Nasser lutaram pela destruição do Estado judeu. Em 1967, o Egito, a Síria e a Jordânia mandaram suas tropas até as fronteiras israelenses, expulsando as forças de paz da ONU e bloqueando o acesso de Israel ao Mar Vermelho. Israel viu essas ações como um casus belli para um conflito, iniciando a Guerra dos Seis Dias. Israel conseguiu uma vitória decisiva nesta guerra e capturou os territórios árabes da Cisjordânia, Faixa de Gaza, Península do Sinai e as Colinas de Golã. Desde 1949 a chamada Linha Verde passou a ser a fronteira administrativa entre Israel e os territórios ocupados. As fronteiras de Jerusalém foram ampliadas por Israel que incorporou Jerusalém Oriental. A Lei de Jerusalém, promulgada em 1980, reafirmou esta medida e reacendeu polêmica internacional sobre o estatuto de Jerusalém.

O fracasso dos Estados Árabes na guerra de 1967 levou ao surgimento de organizações não-estatais árabes no conflito, sendo a mais importante a Organização de Libertação da Palestina (OLP), que foi concebida sob o lema "a luta armada como única forma de libertar a pátria.". No final da década de 1960 e início da década de 1970, grupos palestinos lançaram uma onda de ataques contra alvos israelenses ao redor do mundo, incluindo um massacre de atletas israelitas nos Jogos Olímpicos de Verão de 1972, em Munique na Alemanha. Israel reagiu com a Operação Cólera de Deus, no decurso da qual os responsáveis pelo massacre de Munique foram encontrados e executados.[99] Em 6 de outubro de 1973, no Yom Kippur, dia mais santo do calendário judaico, os exércitos do Egito e da Síria lançaram um ataque surpresa contra Israel. A guerra terminou em 26 de outubro com o êxito israelense, que conseguiu repelir as forças egípcias e sírias, porém sofrendo grandes perdas. Um inquérito interno exonerou o governo israelense da responsabilidade pelo conflito, porém a insatisfação popular forçou a então Primeira-Ministra Golda Meir a renunciar.

As eleições de 1977 do Knesset marcaram uma virada importante na história política israelense, quando Menachem Begin do Partido Likud assumiu o controle do Partido Trabalhista. Mais tarde, no mesmo ano, o então Presidente Egípcio Anwar El Sadat fez uma visita a Israel e falou perante o Knesset, esta foi a primeira vez que um chefe de Estado árabe reconheceu o Estado de Israel.[103] Nos dois anos que se seguiram, Sadat e Menachem Begin assinaram o Acordo de Camp David e o Tratado de Paz Israel-Egito. Israel retirou-se da Península do Sinai e concordou em iniciar negociações sobre uma possível autonomia para palestinos em toda a Linha Verde, um plano que nunca foi executado. O governo israelense começou a encorajar assentamentos judeus no território da Cisjordânia, criando atritos com os palestinos que viviam nessas áreas.

Em 7 de junho de 1981, Israel bombardeou pesadamente o reator nuclear Osirak no Iraque durante a chama Operação Ópera, com fim de desabilitá-lo. A inteligência israelense tinha uma suspeita de que o Iraque pretendia utilizar este reator para o desenvolvimento de armas nucleares. Em 1982, Israel interveio na Guerra Civil Libanesa, destruindo as bases da Organização de Libertação da Palestina, que, em resposta, lançou ataques e mísseis ao norte de Israel. Esse movimento se desenvolveu para a Guerra do Líbano de 1982. Israel retirou a maior parte se suas tropas do Líbano, em 1986, mas manteve uma "zona de segurança" até 2000. A Primeira Intifada, um levante palestino contra Israel, eclodiu em 1987, com ondas de violência nos territórios ocupados. Ao longo dos seis anos seguintes, mais de mil pessoas foram mortas, muitas das quais por atos internos de violência dos palestinos.[108] Durante a Guerra do Golfo em 1991, a OLP e os palestinos apoiaram os ataques de mísseis lançados contra Israel pelo líder iraquiano Saddam Hussein, na tentativa de provocar a entrada de Israel para a guerra.

Em 1992, Yitzhak Rabin tornou-se Primeiro-Ministro, ele e seu partido estabeleceram compromissos com os vizinhos de Israel. No ano seguinte, Shimon Peres e Mahmoud Abbas, em nome de Israel e da OLP, assinaram os Acordos de paz de Oslo, que deram à Autoridade Nacional Palestina o direito de auto-governar partes da Cisjordânia e da Faixa de Gaza. A intenção era o reconhecimento do direito do estado de Israel existir e uma forma de dar fim ao terrorismo. Em 26 de outubro de 1994 foi assinado o Tratado de paz Israel-Jordânia, sendo a Jordânia o segundo país árabe que normalizou suas relações com Israel. O apoio público dos árabes aos Acordos foi danificado pelo Massacre do Túmulo dos Patriarcas, pela continuação dos assentamentos judeus, e pela deterioração das condições econômicas. O apoio da opinião pública israelense aos Acordos diminuiu quando Israel foi atingido por ataques suicidas palestinos. Em novembro de 1995 o assassinato de Yitzhak Rabin por um militante de extrema-direita judeu, chocou o país.

No final da década de 1990, Israel, sob a liderança de Benjamin Netanyahu, desistiu de Hebron,assinando o Memorando de Wye River, dando maior controle da região para a Autoridade Nacional Palestina. Ehud Barak, eleito primeiro-ministro em 1999, começou por retirar forças israelenses do sul do Líbano, realizando negociações com a Autoridade Palestina Yasser Arafat e o então Presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, durante a Cúpula de Camp David de 2000. Durante esta cimeira, Barak ofereceu um plano para o estabelecimento de um Estado palestino na Faixa de Gaza e 91% da Cisjordânia, retendo porém o controlo sobre todas as fronteiras e principais cursos de água, e anexando definitivamente 12% do Vale do Jordão, a região mais fértil da Cisjordânia, a favor de Israel, reservando-se ainda o direito de permanecer entre 12 a 30 anos em outros 10% dessa região. Yasser Arafat rejeitou o acordo, exigindo como pré-condição para as negociações a retirada de Israel para as fronteiras de Junho de 1967. Após o colapso das negociações, começou a Segunda Intifada. Ariel Sharon foi escolhido como novo primeiro-ministro em 2001 durante uma eleição especial. Durante seu mandato, Sharon realizou seu plano de retirada unilateral da Faixa de Gaza e também liderou a construção da barreira israelense da Cisjordânia. Em janeiro de 2006, depois de sofrer um grave acidente vascular cerebral que o deixou em coma, Ariel Sharon deixou o cargo e suas competências foram transferidas para o gabinete de Ehud Olmert.

Em julho de 2006, um ataque da artilharia do Hezbollah a comunidades da fronteira norte de Israel e um rapto de dois soldados israelenses desencadeou a Segunda Guerra do Líbano.Os confrontos duram por um mês até um cessar-fogo (Resolução 1701 da Organização das Nações Unidas) mediado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Em 27 de novembro de 2007, o Primeiro-Ministro israelense Ehud Olmert e o Presidente palestino Mahmoud Abbas concordaram em negociar sobre todas as questões e lutar por um acordo até ao final de 2008. Em abril de 2008, o presidente sírio Bashar al-Assad disse a um jornal do Qatar que a Síria e Israel tinham vindo a discutir um tratado de paz por um ano, com a Turquia como mediador. Isto foi confirmado por Israel, em Maio de 2008.

No final de dezembro de 2008, o cessar-fogo entre o Hamas e Israel acabou após foguetes serem disparados a partir da Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas. Israel respondeu com uma série de intensos ataques aéreos. Em resposta, protestos eclodiram em todo o mundo. Em 3 de janeiro de 2009, tropas israelitas entraram em Gaza marcando o início de uma ofensiva terrestre.


Fonte: Wikipédia