terça-feira, 27 de novembro de 2012

Segundo Anistia Internacional a Segurança de São Paulo é negligente




Protesto "São Paulo Quer Paz" reúne manifestantes no Pátio do Colégio, em protesto contra a violência que atinge São Paulo nos últimos meses











Autoridades de São Paulo estão falhando em garantir a segurança pública e punir abusos a direitos humanos cometidos por agentes do Estado, afirmou a Anistia Internacional em entrevista exclusiva à BBC Brasil.
A afirmação ocorre em meio a uma onda de violência que já resultou nas mortes de mais de 90 policiais desde o início do ano e levou o número de vítimas de assassinatos no Estado para 571 só em outubro.
A Anistia Internacional citou suspeitas de envolvimento de policiais em homicídios motivados por vingança e disse que tais casos não foram investigados adequadamente "durante muitos anos".
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou que vem cumprindo as leis de forma rigorosa, prendendo e expulsando maus policiais em todos os casos de violações.
"O Estado não compactua com policiais criminosos", disse a pasta em nota.
"Condenamos a negligência do Estado em duas questões: garantir segurança pública ampla e respeitosa e assegurar justiça para as vítimas de violações cometidas por agentes do Estado", afirmou Tim Cahill, pesquisador da Anistia Internacional, especialista em assuntos brasileiros.A Anistia Internacional também condenou os ataques contra policiais, mas afirmou que é necessária a criação de um órgão federal independente, com poderes suficientes para investigar violações de direitos humanos no país.

Ciclo de violência

Desde o início deste ano vem se intensificando em São Paulo um conflito entre policiais e a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).
Segundo analistas e promotores ouvidos pela BBC, ações mais agressivas adotadas pela polícia para enfrentar o PCC provocaram uma forte retaliação do crime organizado, que deixou dezenas de policiais mortos - a maioria atacada no período de folga.
Em um ciclo ascendente de violência, grupos de atiradores não identificados deram início a uma onda de ataques a vítimas em bairros e cidades periféricos de São Paulo.
Imediatamente surgiram suspeitas de que tais esquadrões da morte eram formados por policiais e ex-policiais que decidiram agir por conta própria.
O ex-delegado geral de São Paulo chegou a afirmar na semana passada que registros criminais de parte das vítimas dos atentados foi checada em computadores da polícia momentos antes dos assassinatos. Horas depois, ele mudou sua declaração afirmado que tal prática foi um problema "no passado".

"A Anistia Internacional tem seguido a questão da violência em São Paulo por décadas". disse Cahill à BBC Brasil.
"Há muitos anos houve um alto número de mortes cometidas pela polícia que não estão sendo investigadas. Nós acreditamos que isso contribui não só para a corrupção da polícia mas para o próprio envolvimento da polícia em atos criminosos"
Em maio de 2006, o PCC praticamente parou a cidade de São Paulo com uma série de ataques contra forças de segurança pública. A violência na ocasião deixou quase 50 políciais e agentes penitenciários mortos e resultou nos assassinatos de aproximadamente 400 pessoas.
Cahill afirmou que tanto em 2006 como agora há fortes indícios de envolvimento de policiais nas mortes de civis, embora a Anistia não tenha "evidências concretas".
"Como em 2006, recentemente há uma grande suspeita de que o aumento notável de homicídios no Estado de São Paulo inclua um envolvimento forte de policiais", afirmou.
NELSON ANTOINE/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Entidades religiosas e sindicais, ONGs e membros da sociedade civil realizam o protesto no Pátio do Colégio, no centro de São Paulo 

Órgão independente

Ele afirmou ainda que é necessário conduzir um processo de investigação independente sobre os casos e criar no país o que chamou de "um instituto nacional de direitos humanos", que seja independente do Estado e tenha o poder de investigar as ações da polícia.
Cahill disse que um projeto de lei relacionado a esse assunto tramita no Congresso, mas ele não atenderia totalmente a padrões internacionais de independência.
Afirmou ainda que o país deve abolir a prática de registrar assassinatos cometidos por policiais sob a classificação de "resistência seguida de morte". Esse recurso, afirmou, serviria apenas para evitar investigações imediatas e ajudaria a acobertar ações de maus policiais.
A Secretaria da Segurança Pública afirmou que embora a Anistia Internacional seja uma organização respeitável, suas declarações à BBC estão "equivocadas".
A pasta afirmou que o novo Secretário de Segurança Pública, Fernando Grella, determinou "reforço e atenção prioritária às investigações (dos assassinatos recentes), considerando-se todas as hipóteses nas apurações".Ele anunciou uma integração maior entre os diversos setores da polícia e reforços nas forças de seguranças "para garantir a obtenção de resultados satisfatórios à população".



Fonte: UOL Notícias

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Após AVC, Joelmir Beting encontra-se em coma na UTI do Hospital Albert Einstein

O jornalista e comentarista econômico do Jornal da Band, Joelmir Beting, de 75 anos, está internado em estado de coma na UTI do hospital Albert Einstein, após uma tomografia detectar na manhã de ontem a ocorrência de um AVC hemorrágico.
Desde 22 de outubro, Beting tratava no Einstein de uma doença autoimune nos rins. Segundo seu filho, o também jornalista Mauro Beting, apesar do tratamento, a expectativa era de que o jornalista voltasse ao trabalho em alguns meses, mesmo dialisado.
Mauro definiu a situação do pai como “bem delicada”.

Joelmir José Beting nasceu em 21 de dezembro de 1936, em Tambaú (SP), onde trabalhou e estudou até 1955. Inclusive, foi boia-fria aos sete anos de idade. Orientado pelo padre Donizetti Tavares de Lima (1890-1961), foi para São Paulo estudar Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP), curso em que se formou em 1962, e fazer carreira no Jornalismo.
Ainda na USP, em 1957, ingressou na Imprensa Esportiva pelos jornais O Esporte (SP) e Diário Popular (SP) e na rádio Panamericana, que anos depois se tornaria a Jovem Pan (SP). Assim que se formou sociólogo, em 1962, passou a se dedicar ao Jornalismo Econômico, como redator de estudos de viabilidade econômica para projetos desenvolvidos por uma consultoria de São Paulo.
Em 1966, convidado por Gilberto Adrien, diretor comercial da Folha de S.Paulo (SP), começou a trabalhar no jornal, onde lançou uma editoria de Automóveis, no cadernos de Classificados. Pelo trabalho na cobertura do mercado, foi nomeado editor de Economia da Folha, em 1968. Em 7 de janeiro de 1970, lançou sua coluna diária no jornal, publicada também em quase 50 jornais brasileiros. Em 1991, transferiu-se para O Estado de S.Paulo (SP), onde sua coluna diária continuou sendo publicada, ininterruptamente, até 30 de janeiro de 2004.
No rádio, além da Jovem Pan, passou por Gazeta (SP), Bandeirantes (SP) e CBN (SP). Na TV, trabalhou na Gazeta (SP), Record (SP), Bandeirantes (SP) e Globo (SP) – nesta última, de agosto de 1985 até julho de 2003 –, passando pelo Espaço Aberto, na Globo News, e de volta para a Bandeirantes, em março de 2004. Desde que retornou à emissora, participa diariamente do Jornal da Band e do Primeiro Jornal. É âncora do Canal Livre, apresentado aos domingos, e faz comentários diários no canal BandNews, além dos programas Jornal Gente e Três Tempos, na rádio Bandeirantes.
Publicou os livros Na Prática a Teoria é Outra (Impress, 1973) e Os Juros Subversivos (Brasiliense, 1985). Em coautoria com o cardeal Paulo Evaristo Arns e João Pedro Stédile, lançou o livro Igreja, Classe Trabalhadora e Democracia (Paulinas, 1984). Além disso, escreveu dezenas de ensaios para revistas semanais, como a Veja (SP). Desde 2000, mantém seu próprio site na internet, dedicado à análise macroeconômica. Também realiza palestras em empresas, convenções, simpósios, congressos e seminários, onde compartilha sua experiência.
Ao longo de sua carreira, recebeu vários prêmios, como o Comunique-se Mídia Eletrônica, como Melhor Analista de Economia da TV e Mídia Eletrônica, por três vezes (2004, 2006 e 2009), o Apimec-MG de Jornalismo Econômico (em 2004) e o Apimec-SP de Jornalismo Econômico (em 2003), além do Grande Prêmio Instituto Ayrton Senna de Jornalismo (o primeiro da série, em 2001). Em 2012 recebeu novamente o Prêmio Comunique-se, desta vez na categoria Jornalista de Economia - Mídia Eletrônica.
É casado com Lucila Beting e pai de Mauro Beting, ambos jornalistas.


Fontes:
http://www.portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=234
Portal imprensa

Andres Sanchez vai pedir demissão da CBF

26/11/2012 - 07h00

Andres Sanchez, 48, deve se demitir do cargo de diretor de seleções da CBF nesta segunda-feira. O anúncio provavelmente será no início da tarde, em entrevista coletiva durante a Soccerex, feira sobre futebol que ocorre no Rio.
Antes, o cartola pretende avisar José Maria Marin, presidente da CBF, de seu pedido de demissão. Andres ficou contratariado com a demissão do técnico Mano Menezes da seleção, na sexta-feira.
Coube ao diretor de seleções informar o treinador e ainda dar uma entrevista coletiva para explicar a decisão. "Eu não concordei, fui voto vencido", disse um constrangido Andres Sanchez na sede da Federação Paulista de Futebol.
Marin e seu vice, Marco Polo Del Nero, não se manifestaram sobre a demissão de Mano.
Segundo interlocutores de Andres ouvidos pela Folha, o dirigente também estaria irritado com o fato de Marin e Del Nero terem iniciado, sem consultá-lo contatos com Luiz Felipe Scolari para substituir Mano.
O ex-técnico do Palmeiras está no Rio Grande do Sul visitando familiares. Segundo sua assessoria, não foi procurado por ninguém da CBF, e não tem nenhuma reunião marcada com dirigentes da confederação.
Andres Sanchez (esq.) conversa com Mano Menezes durante treino da seleção brasileira, em setembro
Andres Sanchez (esq.) conversa com Mano Menezes durante treino da seleção brasileira, em setembro 

Incômodo

Andres foi contratado em dezembro do ano passado, pelo então presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para o cargo de diretor de seleções. Começou na função assim que concluiu seu segundo mandato como presidente do Corinthians.                                       
Na prática, cabia a Andres servir como elo entre a comissão técnica e a cúpula da CBF, além de negociar amistosos, tratar da liberação de jogadores e servir como interlocutor dos clubes com a confederação.   
Com a chegada de Marin e Del Nero ao comando da CBF, Andres foi aos poucos perdendo espaço. Marin agendou amistosos sem consultá-lo, levou a seleção para treinar no CT do São Paulo (clube com quem Andres passou anos brigado) e fez de tudo para deixá-lo desconfortável. O ápice ocorreu na sexta-feira.

FUTURO
Uma vez fora da CBF, é muito provável que Andres passe a fazer oposição à dupla Marin/Del Nero. A próxima eleição para a presidência da CBF está marcada para abril de 2014 --foi antecipada para evitar que maus resultados na Copa atrapalhassem o candidato da situação, que será Del Nero. Pelo estatuto da entidade, é preciso que cinco federações estaduais e pelo menos oito clubes apoiem um candidato a presidente.


Fonte: O Estado de São Paulo     -   MARTÍN FERNANDEZ

Marqueteiro aposta em Lula para Governo de São Paulo


Mais político e engajado do que nunca esteve, o marqueteiro preferido pelo PT desde 2006, João Santana, declara que o melhor nome do partido para disputar o governo de São Paulo é o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 "É uma pena o nosso candidato imbatível, Lula, não aceitar nem pensar nesta ideia de concorrer a governador de São Paulo. Você já imaginou uma chapa com Lula para governador tendo Gabriel Chalita, do PMDB, como candidato a vice?", disse Santana, em tom irônico, numa longa entrevista à Folha.

Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Para o marqueteiro, a presidente Dilma Rousseff será reeleita em 2014 já no primeiro turno -- se ocorrer, será algo inédito para um petista em disputas pelo Planalto.
Sobre o prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad, faz uma previsão: "Tem tudo para ser presidente da República, em 2022 ou 2026". Antes disso, talvez seja a vez de Eduardo Campos, do PSB.
Na conversa, o marqueteiro de 59 anos relatou como foi a calibragem da estratégia que deu ao PT a Prefeitura de São Paulo neste ano. Não podia atacar os outros candidatos no início da campanha, pois Haddad "não tinha musculatura para bater nem para herdar eleitores" de adversários.
Em anos passados, Santana falava com um certo distanciamento do petismo. Hoje, assume-se mais como um profissional engajado com a causa partidária. "Por ter muita afinidade com o PT e esse campo político, eu acho muito difícil, eu diria impossível, fazer uma campanha presidencial para o PSDB", diz. Fica à vontade para criticar as outras legendas.
"Há um processo de desgaste e de deterioração política do PSDB. Viraram uma versão anacrônica da UDN: denuncistas e falsos moralistas. Pode acontecer ao PSDB o que aconteceu ao DEM. O DEM está sendo engolido pelo PSD, de [Gilberto] Kassab. Se não se renovar, o PSDB pode ser engolido pelo PSB, de Eduardo Campos."
Responsável pelo marketing na reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (em 2006) e na eleição de Dilma (2010), Santana trata a oposição com um certo desdém: "Se a eleição fosse hoje, novembro de 2012, Dilma ganharia no primeiro turno. Se fossem candidatos de oposição Aécio Neves e Eduardo Campos não teriam, somados, 10% dos votos".
É cético até com o movimento que na internet fala em lançar o atual presidente do STF, Joaquim Barbosa, para o Planalto. "É uma pessoa inteligente e saberá tomar a decisão certa. Caso se candidatasse [a presidente] poderia ter um final de carreira melancólico. Não se elegeria, faria uma campanha ruim e teria uma votação pouco expressiva".
A propósito do STF e do julgamento do mensalão, diz se sentir "no dever" de fazer uma observação aos ministros da mais alta Corte de Justiça do Brasil: "O julgamento do mensalão levou ao paroxismo a teatralização de um dos Poderes da República. O excesso midiático intoxica. É um veneno. Se os ministros não se precaverem, eles podem ser vítimas desse excesso midiático no futuro. E com prejuízos à instituição. O ego humano é um monstro perigoso, incontrolável. O mensalão é o maior reality show da história jurídica não do Brasil, mas talvez do planeta".


Fonte: Folha de São Paulo  -  FERNANDO RODRIGUES
   

Dobra o número de mortos durante confrontos com PMs em São Paulo

26/11/2012 - 05h00

Dados do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) mostram que, de 24 de outubro até o último dia 19 (27 dias), 62 civis foram mortos por PMs na região metropolitana, em uma média diária de duas mortes --entre janeiro e setembro, era registrado um caso por dia. 
OS registros do DHPP apontam que, durante o período analisado, uma de cada quatro mortes cometidas por PMs ocorreu na zona sul da capital.
O bairro campeão foi o Campo Limpo, com sete casos. Foi lá que o servente de pedreiro Paulo Batista Nascimento, 25, foi morto por cinco PMs após já ter sido rendido. A ação foi filmada por um cinegrafista amador e divulgada pela TV Globo.     
Juntas, as zonas sul e leste concentraram quase metade (45%) das mortes em supostos confrontos com PMs.          
O ouvidor da Polícia do Estado, Luiz Gonzaga Dantas, considerou alto o número de duas mortes em confrontos por dia. Ele afirmou que pediu ao DHPP as cópias dos laudos necroscópicos e de balística de todos os casos registrados no período. 
Neste ano, 96 PMs foram assassinados em São Paulo.








O quê diz a Polícia
As polícias Civil e Militar não comentaram os dados. Em nota, afirmaram que todos os casos de confrontos são investigados e que consideram todas as hipóteses. 
Além disso, disseram que nenhum dos dois órgãos tolera desvios de condutas de seus policiais. 








Fonte: Folha de São Paulo - LÉO ARCOVERDE

sábado, 24 de novembro de 2012

Morre o ator Larry Hagman, o vilão J.R. Ewing da série "Dallas"

O ator Larry Hagman, que ficou famoso por viver o vilão J.R. Ewing na série televisiva "Dallas" e por integrar o elenco de "Jeannie é um gênio", morreu nesta sexta-feira (23), aos 81 anos, em decorrência de complicações surgidas em sua luta contra o câncer, informou o diário "DallasNews".
O ator morreu às 16h20 (horário local) em um hospital em Dallas, indicaram membros da família ao periódico.

No momento de sua morte, que coincidiu com a celebração do Dia de Ação de Graças, a família e os amigos mais próximos se encontravam junto a ele, segundo precisou um comunicado familiar.
"Quando morreu, estava rodeado por seus entes queridos. Partiu tranquilamente, como ele teria desejado", acrescenta a nota.
Larry Hagman, nascido em 21 de setembro de 1931, em Fort Worth (Texas), ficou mundialmente famoso por seu papel como John Ross Ewing, mais conhecido como J.R., na série "Dallas", na qual vivia um homem de negócios sem escrúpulos, malicioso e manipulador.
Na série de TV "Jeannie é um gênio" (em inglês, "I dream of Jeannie), transmitida entre 1965 e 1970 nos EUA e sucesso no Brasil, Hagman interpretou Anthony Nelson, que tinha em casa uma moça chamada Jeannie, que era um gênio das histórias das "Mil e Uma Noites".
O ator era casado desde 1954 com a decoradora sueca Maj Axelsson, com quem tinha dois filhos.
Desde 13 de junho, apesar da idade, o ator voltara a Dallas para dar vida a J.R. na nova série "Dallas 2.0", produzida pela rede de televisão "TNT".

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Mutante brasileira é a mais nova integrante da série 'X-Men'

A HQ "Wolverine and the X-Men", publicada pela Marvel, tem mais um brasileiro em sua liga de mutantes. Iara dos Santos, uma jovem do Recife, aparece na vigésima edição da revista, lançada em 14 de novembro nos Estados Unidos.
A mutante brasileira Garota-Tubarão, mais nova integrante dos 'X-Men Na trama, a moça tem o poder de se transformar em um temido tubarão, espécie comum no litoral recifense. Por isso, ela recebeu o nome de Shark Girl (Garota Tubarão).
A revista mostra as primeiras transformações de Iara, que sente uma vontade incomum de comer peixes crus. Depois, em um ataque de fúria contra pescadores que ganham a vida vendendo barbatana de tubarão, suas mãos começam a se transfigurar em nadadeiras.
Iara acaba sendo levada para a Mansão X, onde será treinada pelos X-Men.
A série já havia incorporado ao time o mutante carioca Mancha Solar (Sunspot, no original - ao lado), que podia absorver e projetar energia solar, além de voar.






Fonte: Folha - Caderno Ilustrada